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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A FORMAÇÃO DE PORTUGAL E A Origem da Língua Portuguesa

A FORMAÇÃO DE PORTUGAL E A Origem da Língua Portuguesa
 Derivou-se o nosso idioma, como língua romântica, do Latim vulgar.
É bastante difícil conhecer a língua dos povos habitantes na península Ibérica antes dos Romanos dela se apossarem.
Os Romanos ocuparam a Península Ibérica no séc. III antes de nossa Era. Contudo, ela só é incorporada ao Império no ano 197 antes de Cristo. Tal fato não foi pacifico. Houve rebeliões contra o jugo Romano.
O Latim, língua dos conquistadores, foi paulatinamente suplantado a dos povos pré-latinos. “Os turdetanos, e mormente os ribeirinhos do Bétis, adotaram de todos os costumes romanos, e até já nem se lembram da própria língua.” (Estrabão).
O Latim implantado na Península Ibérica não era o adotado por Cícero e outros escritores da época clássica (Latim clássico).
Era sim o denominado Latim Vulgar. O Latim Vulgar era de vocabulário reduzido, falado por aqueles que encaravam a vida pelo lado prático sem as preocupações de estilísticas do falar e do escrever.
O Latim Clássico foi conhecido também na Península Ibérica, principalmente nas escolas. Atestam tal verdade os naturais da Península: Quintiliano e Sêneca.
- O Português vem do Latim vulgar
Sabe-se que o latim era uma língua corrente de Roma. Roma, destinada pela sorte e valor de suas bases, conquista, através de seus soldados, regiões imensas. Com as conquistas vai o latim sendo levado a todos os rincões pelos soldados romanos, pelos colonos, pelos homens de negócios. As viagens favoreciam a difusão do latim.
Primeiramente o latim se expande por toda a Itália, depois pela Córsega e Sardenha, plenas províncias do oeste do domínio colonial, pela Gália, pela Espanha, pelo norte e nordeste da Récia, pelo leste da Dácia. O latim se difundiu acarretando falares diversos de conformidade com as regiões e povoados, surgindo daí as línguas românticas ou novilatinas.
Românticas porque tiveram a mesma origem: ao latim vulgar. Essas línguas são, na verdade, continuação do latim vulgar. Essas línguas românticas são: português, espanhol, catalão, provençal francês, italiano, rético, sardo e romeno.
No lado ocidental da Península Ibérica o latim sentiu certas influencias e apresenta características especiais que o distinguiam do “modus loquendi” de outras regiões onde se formavam e se desenvolviam as línguas românticas. Foi nesta região ocidental que se fixaram os suevos. Foram os povos bárbaros que invadiram a península, todos de origem germânica Sucederam-se nas invasões os vândalos, os suevos (fixaram-se no norte da península que mais tarde pertenceria a Portugal), os visigodos. Esses povos eram atrasados de cultura. Admitiram os costumes dos vencidos juntamente com a língua regional.
É normal entender a influencia desses povos bárbaros foi grande sobre o latim que aí se falava, nessa altura bastante modificado.
- Formação de Portugal
No século V, vários grupos bárbaros entraram na região ibérica, destruindo a organização política e administrativa dos romanos. Entretanto é interessante notar o domínio político não corresponde a um domínio cultural, os bárbaros sofreram um processo de romanização. Neste período forma-se uma sociedade distinta em três níveis: clero, os ricos e políticos poderosos; a nobreza, proprietários e militares; e o povo.
No século VII essa situação sofre profundas mudanças devido à invasão muçulmana, estendendo –se assim o domínio árabe variando de regiões, e tinha sua maior concentração na região sul da Península, e o norte não conquistado servia de refúgio aos cristãos e lá organizaram a luta de reconquista, que visava a retomado do território tomado pelos árabes.
No que a Reconquista progredia a estrutura de poder e a organização territorial vão ganhando novos contornos; os reino do norte da Península (Leão, Castela, Aragão) estendem suas fronteiras para o sul, o reino de Leão passa a pertencer a o Condato Portucalense. 
No fim do século XI, o norte da Península era governado por o rei Afonso VI, pretendendo expulsar todos os muçulmanos, vieram cavaleiros de todas as partes para lutar contra os mouros, dentre os quais dois nobres de borgonhas: Raimundo e seu primo Henrique. Afonso VI tinha duas filhas: Urraca e Teresa. O rei promoveu o casamento de Urraca e Raimundo e lhe deu como dote o  governo  de Galiza; pouco depois casou Teresa com Henrique e lhe deu o governo do Condato Portucalense. D. Henrique continua a luta contra os mouros e anexando os novos territórios ao seu condato, que vai ganhado os contornos do que hoje é Portugal.
Em 1128, Afonso Henriques – filho de Henrique e Teresa-proclamou a independência do Condato Portucalense, entrando em luta com as forças do reino de Leão. Quando em 1185 morre Afonso Henriques, os muçulmanos dominavam somente o sul de Portugal. Sucede a Afonso Henriques o rei D. Sancho, que continuava a lutar contra os mouros até sua expulsão total. Dessa forma consolida-se a primeira dinastia portuguesa: a Dinastia de Borgonhas.


A SOCIEDADE
 A formação de Portugal ocorreu num período de grande transição em que se percebe que o sistema feudal em crise e, em contrapartida, o crescimento de em áreas urbanas. Então este período se resume ao período de transição do feudalismo para as atividades econômicas, como os mercadores e os negociantes de dinheiro.

EVOLUÇÃO DA LINGUA PORTUGUESA

A formação e a própria evolução da língua portuguesa contam com um elemento decisivo: o domínio romano, sem desprezar por completo a influência das diversas línguas faladas na região antes do domínio romano sobre o latim vulgar, o latim passou por diversificações, dando origem a dialetos que se denominava romanço ( do latim romanice que significava, falar a maneira dos romanos).
Com várias invasões barbaras no século V, e a queda do Império Romano no Ocidente, surgiram vários destes dialetos, e numa evolução constituíram-se as línguas modernas conhecidas como: neolatinas. Na Península Ibérica, várias línguas se formaram, entre elas o catalão, o castelhano, o galego-português, deste último resultou a língua portuguesa.
O galego-português era uma língua limitada a todo Ocidente da Península, correspondendo aos territórios da Galiza e de Portugal, Cronologicamente limitado entre os séculos XII e XIV, coincidindo o com o período da Reconquista. Na entrada do século XIV, percebe-se maior influência dos falares do sul, notadamente na região de Lisboa; aumentando assim as diferenças entre o galego e o português.
O galego apareceu durante o século XII e XV, aparecendo tanto em documentos oficiais da região de Galiza como em obras poéticas. Apartir do século XVI, com o domínio de Castela, introduz-se o castelhano como língua oficial, e o galego tem sua importância relegada a plano secundário.
Já o português, desde a consolidação da autonomia política e, mais tarde, com a dilatação do império luso, consagra-se como língua oficial. Da evolução da língua portuguesa destaca-se alguns períodos: fase proto-histórica, do Português arcaico e do Português moderno.

FASES HISTÓRICAS DO PORTUGUÊS 

·         Fase proto-histórica

Anterior ao século XII, com textos escritos em latim bárbaro (modalidade do latim usado apenas em documentos e por isso também chamado de latim tabaliônico ou dos tabeliões).
·         Fase do português arcáico
Do século XII ao século XVI, corresponde dois períodos:
a)          Do século XII ao século XIV, com textos em galego-português;
b)          Do século XIV ao século XVI, com a separação do galego e o portugu6es.

·         Fase do português moderno
           A partir do século XVI, quando a língua portuguesa se uniformiza e adquiri as características do português atual. A rica literatura renascente portuguesa, produzida por Camões, teve papel fundamental nesse processo. As primeiras gramáticas e dicionários da língua portuguesa também surgiram do século XVI.
GEOGRAFIA DA LÍNGUA PORTUGUESA
           O atual quadro das regiões de língua portuguesa se deve às expansões territorial lusitana ocorrida no século XV a XVI. Assim que o língua portuguesa partiu do ocidente lusitano, entrou por todos os continentes: América (com o Brasil), África (Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique, República Democrática de São Tomé e Príncipe), Ásia (Macau, Goa, Damão, Diu), e Oceania (Timor), além das ilhas atlânticas próximas da costa africana ( Açores e Madeira), que fazem parte do estado português.
           Em alguns países o português é a língua oficial (República Democrática de São Tomé e Príncipe, o Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde), e apesar de incorporações de vocábulos nativos de modificações de pronúncia, mantêm uma unidade com o português de Portugal.
           Em outros locais, surgiram dialetos originários do português. E também regiões em que essa língua é falada apenas por uma pequena parte da população, como em Hong Kong e Sri Lanka.














Bibliografia:
NICOLA, José de, Língua, Literatura e Redação, 6ª ed., Editora Scipione, 1994 


TERSARIOL, Alpheu, Biblioteca da língua portuguesa, 14ª ed., Editorial  - Irradiação S.A. - São Paulo, 1970 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu póstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi  chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."

domingo, 2 de novembro de 2014

Antes de Partir (filme)




Você só vive uma vez, portanto, porque não viver com estilo? 
Essa é a conclusão que chegam dois pacientes portadores de câncer internados em um mesmo quarto, um irritável bilionário (Jack Nicholson) e um simplório mecânico (Morgan Freeman), quando recebem as más notícias. Cada um deles monta uma lista de coisas a serem feita até o momento derradeiro, e juntos saem mundo afora para viver a maior aventura de suas vidas. Salto de pará-quedas? Perfeito. Pilotar um Mustang Shelby em alta velocidade? Feito. Admirar a grande...





O Reino Proibido (filme)


  • Tem que provar do amargo antes do doce. Crie raízes.
  • Aprenda a forma, mas busque o que não tem forma.
    • Ouça o que não tem som.
    • Aprenda tudo e, então, esqueça tudo.
    • Aprenda o caminho e, então, encontre o seu próprio.
  • Nada é mais mole do que a água.
    • No entanto, ela pode dominar uma rocha. Ela não luta.
    • Ela flui ao redor do seu adversário.
    • Sem forma, sem nome... o verdadeiro mestre reside no seu interior.
    • Apenas você pode libertá-lo.
    • A vingança acaba sempre recaindo sobre si mesma.




Algumas palavras do nosso vocabulário








=> EXTRAOFICIAL <=
 => ESTRATÉGIA <=
  => INSPIRAÇÃO <=
   => PAN-AMERICANO <=
    => CANSAÇO <=
     => CONTRARREGRA <=
      => REAVER <=
       => HOLOFOTE <=
        => SIAMÊS <=
         => ADMISSÃO <=
          => ATRASADO <=
           => COMPREENSÃO <=
            => REGRESSÃO <=
             => CARANGUEJO <=
              => CONTESTAÇÃO <=
               => FREGUÊS <=
                => PROGRESSIVO <=
                 => TIGELA <=
                  => DISTORÇÃO <=
                   => MAJESTADE <=
                    => FUSÍVEL <=
                     => PISCINA <=
                      => ASSEMBLEIA <=
                       => CORAGEM <=
                        => CURIOSIDADE <=



             LER É DEMAIS!!!                              LEIA SEMPRE!!!         



sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Oiiiiiii.............





















 Eu não me importo se você lamber janelas,
Jogar pedra em avião, ou querer bater prego com a testa,
às vezes eu também cometo umas loucuras...
Mas lembre-se, todos os sessenta segundos que você gasta irritado,
perturbado ou louco, é um minuto de felicidade que nunca mais vai voltar!!!
Pare, liberte-se das energias negativas, escute uma boa música e dance!
A minha mensagem de hoje para você é: 

A vida é curta, quebre as regras, se apaixone, beije demoradamente,
ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir,
por mais estranho/pequeno que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos todos os dias,
mas enquanto estamos aqui, devemos procurar dançar sempre que der...
Se formos esperar somente aqueles momentos mágicos, grandiosos e super raros, desperdiçaremos a capacidade de nos alegrarmos com as pequenas coisas do dia-a-dia, a felicidade parecerá algo distante e raro.
Agora se quiser, faça como eu.... Encaminhe a todos os amigos "louco de felizes" que você tem.
Eles vão gostar de ser lembrados!!!  Afinal, quem não é um pouquinho louco?  hehehe 


Créditos do texto e imagens... alguém tinha me enviado por e-mail.




NOSTALGIA

Vamos matar a saudade?

É só clicar e lembrar!
Clique nos links abaixo, Show!
VAMOS MATAR A SAUDADE?
Sabia que nostalgia faz bem?

Cine Dasantigas - Construção da Ponte Hercílio Luz
Cine Dasantigas - Moacyr Franco (o início)
Cine Dasantigas - O sucesso da Mola
Cine Dasantigas - O sucesso da banda Dasantigas
Cine Dasantigas - A Praça da Alegria
Cine Dasantigas - A construção de Brasília
Cine Dasantigas - Os Trapalhões (o início)
Cine Dasantigas - Lançamento do Ford Corcel
Cine Dasantigas - Hebe e Golias
Cine Dasantigas - Invasão na TV Cultura
Cine Dasantigas - Topo Gigio... pra caminha!
Cine Dasantigas - Vera Fischer - Miss Universo 1969
Cine Dasantigas - Ronnie Von - Golden Boys - Os Vips
Cine Dasantigas - Pedro Bó
Cine Dasantigas - Convite show no LIC
Cine Dasantigas - Flávio Cavalcanti e seu júri
Cine Dasantigas - Encontro histórico de cantoras - anos 80
Cine Dasantigas - A 1a. transmissão a cores na TV
Cine Dasantigas - The Waltons
Cine Dasantigas - Creedence (o início)
Cine Dasantigas - BJ Thomas (o início)
Cine Dasantigas - The Mamas & The Papas (o início)
Cine Dasantigas - Abba (o início)
Cine Dasantigas - Bee Gees (o início)
Cine Dasantigas - The Carpenters (o início)
Cine Dasantigas - Sabão OMO na época do tanque
Cine Dasantigas - Pares românticos do passado
Cine Dasantigas - O Direito de Nascer e as novelas
Cine Dasantigas - Beto Rockfeller - 1968
Cine Dasantigas - Filmes que marcaram
Cine Dasantigas - O início de Roberto Carlos
Cine Dasantigas - Erasmo e Wanderléia
Cine Dasantigas - Tarzan e Jane (picantes para a época)
Cine Dasantigas - Chico City e Rolando Lero
Cine Dasantigas - Uri Geller nos anos 70
Cine Dasantigas - Wanderley Cardoso O Príncipe
Cine Dasantigas - Os Novos Baianos (o início)
Cine Dasantigas - 1a. Propaganda da Coca Cola Média
Cine Dasantigas - Propagandas antigas
Cine Dasantigas - Festivais da canção
Cine Dasantigas - Propaganda do FordGalaxie
Cine Dasantigas - Novelas que marcaram
Cine Dasantigas - O Bem Amado
Cine Dasantigas - Primo Pobre e Primo Rico
Cine Dasantigas - O Homem de Virgínia
Cine Dasantigas - Faça humor não faça guerra
Cine Dasantigas - Sílvio Santos defende Roberto Carlos
Cine Dasantigas - Sanduiche iche
Cine Dasantigas - Propaganda da Gelol - homenagem aos pais
Cine Dasantigas - Clipe da Banda Dasantigas de Floripa
Cine Dasantigas - O Beijoqueiro ataca Frank Sinatra
Cine Dasantigas - O tempo passa
Cine Dasantigas - Canal 100 - Garrincha

Créditos do texto e links... alguém tinha me enviado por e-mail.

domingo, 28 de setembro de 2014

A Letra P e a riqueza, inigualável, da língua portuguesa. (sensacional)

APENAS A LINGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO.

A letra "P"   

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. 


Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.


Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. 


Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. 


Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. 


Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. – Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.


Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro
Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.


Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. 


Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.


Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.


Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.   Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. 


Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. 


Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando... 


Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. 


Pensei. Portanto, pronto, pararei.


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E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:
"O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma"

Créditos do texto... alguém tinha me enviado por e-mail.