domingo, 23 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
A FORMAÇÃO DE PORTUGAL E A Origem da Língua
Portuguesa
A FORMAÇÃO DE
PORTUGAL E A Origem da Língua Portuguesa
Derivou-se o nosso idioma, como língua
romântica, do Latim vulgar.
É bastante difícil conhecer a língua dos
povos habitantes na península Ibérica antes dos Romanos dela se apossarem.
Os Romanos ocuparam a Península Ibérica no
séc. III antes de nossa Era. Contudo, ela só é incorporada ao Império no ano
197 antes de Cristo. Tal fato não foi pacifico. Houve rebeliões contra o jugo
Romano.
O Latim, língua dos conquistadores, foi
paulatinamente suplantado a dos povos pré-latinos. “Os turdetanos, e mormente
os ribeirinhos do Bétis, adotaram de todos os costumes romanos, e até já nem se
lembram da própria língua.” (Estrabão).
O Latim implantado na Península Ibérica não
era o adotado por Cícero e outros escritores da época clássica (Latim
clássico).
Era sim o denominado Latim Vulgar. O Latim Vulgar era de vocabulário reduzido, falado
por aqueles que encaravam a vida pelo lado prático sem as preocupações de
estilísticas do falar e do escrever.
O Latim Clássico foi conhecido também na
Península Ibérica, principalmente nas escolas. Atestam tal verdade os naturais
da Península: Quintiliano e Sêneca.
- O Português vem do
Latim vulgar
Sabe-se que o latim era uma língua corrente
de Roma. Roma, destinada pela sorte e valor de suas bases, conquista, através
de seus soldados, regiões imensas. Com as conquistas vai o latim sendo levado a
todos os rincões pelos soldados romanos, pelos colonos, pelos homens de negócios.
As viagens favoreciam a difusão do latim.
Primeiramente o latim se expande por toda a
Itália, depois pela Córsega e Sardenha, plenas províncias do oeste do domínio
colonial, pela Gália, pela Espanha, pelo norte e nordeste da Récia, pelo leste
da Dácia. O latim se difundiu acarretando falares diversos de conformidade com
as regiões e povoados, surgindo daí as línguas românticas ou novilatinas.
Românticas porque tiveram a mesma origem: ao
latim vulgar. Essas línguas são, na verdade, continuação do latim vulgar. Essas
línguas românticas são: português, espanhol, catalão, provençal francês,
italiano, rético, sardo e romeno.
No lado ocidental da Península Ibérica o
latim sentiu certas influencias e apresenta características especiais que o
distinguiam do “modus loquendi” de outras regiões onde se formavam e se
desenvolviam as línguas românticas. Foi nesta região ocidental que se fixaram
os suevos. Foram os povos bárbaros que invadiram a península, todos de origem
germânica Sucederam-se nas invasões os vândalos, os suevos (fixaram-se no norte
da península que mais tarde pertenceria a Portugal), os visigodos. Esses povos
eram atrasados de cultura. Admitiram os costumes dos vencidos juntamente com a
língua regional.
É normal entender a influencia desses povos
bárbaros foi grande sobre o latim que aí se falava, nessa altura bastante
modificado.
- Formação de
Portugal
No século V, vários grupos bárbaros entraram
na região ibérica, destruindo a organização política e administrativa dos
romanos. Entretanto é interessante notar o domínio político não corresponde a
um domínio cultural, os bárbaros sofreram um processo de romanização. Neste
período forma-se uma sociedade distinta em três níveis: clero, os ricos e
políticos poderosos; a nobreza, proprietários e militares; e o povo.
No século VII essa situação sofre profundas
mudanças devido à invasão muçulmana, estendendo –se assim o domínio árabe
variando de regiões, e tinha sua maior concentração na região sul da Península,
e o norte não conquistado servia de refúgio aos cristãos e lá organizaram a
luta de reconquista, que visava a retomado do território tomado pelos árabes.
No que a Reconquista progredia a estrutura de
poder e a organização territorial vão ganhando novos contornos; os reino do
norte da Península (Leão, Castela, Aragão) estendem suas fronteiras para o sul,
o reino de Leão passa a pertencer a o Condato Portucalense.
No fim do século XI, o norte da Península era
governado por o rei Afonso VI, pretendendo expulsar todos os muçulmanos, vieram
cavaleiros de todas as partes para lutar contra os mouros, dentre os quais dois
nobres de borgonhas: Raimundo e seu primo Henrique. Afonso VI tinha duas
filhas: Urraca e Teresa. O rei promoveu o casamento de Urraca e Raimundo e lhe
deu como dote o governo de Galiza; pouco depois casou Teresa com
Henrique e lhe deu o governo do Condato Portucalense. D. Henrique continua a
luta contra os mouros e anexando os novos territórios ao seu condato, que vai
ganhado os contornos do que hoje é Portugal.
Em 1128, Afonso Henriques – filho de Henrique
e Teresa-proclamou a independência do Condato Portucalense, entrando em luta
com as forças do reino de Leão. Quando em 1185 morre Afonso Henriques, os
muçulmanos dominavam somente o sul de Portugal. Sucede a Afonso Henriques o rei
D. Sancho, que continuava a lutar contra os mouros até sua expulsão total.
Dessa forma consolida-se a primeira dinastia portuguesa: a Dinastia de
Borgonhas.
A
SOCIEDADE
A formação de Portugal ocorreu num
período de grande transição em que se percebe que o sistema feudal em crise e,
em contrapartida, o crescimento de em áreas urbanas. Então este período se
resume ao período de transição do feudalismo para as atividades econômicas,
como os mercadores e os negociantes de dinheiro.
EVOLUÇÃO DA LINGUA PORTUGUESA
A
formação e a própria evolução da língua portuguesa contam com um elemento
decisivo: o domínio romano, sem desprezar por completo a influência das
diversas línguas faladas na região antes do domínio romano sobre o latim
vulgar, o latim passou por diversificações, dando origem a dialetos que se
denominava romanço ( do latim romanice que significava, falar a maneira dos
romanos).
Com várias invasões barbaras no século V, e a
queda do Império Romano no Ocidente, surgiram vários destes dialetos, e numa
evolução constituíram-se as línguas modernas conhecidas como: neolatinas. Na
Península Ibérica, várias línguas se formaram, entre elas o catalão, o
castelhano, o galego-português, deste último resultou a língua portuguesa.
O galego-português era uma língua limitada a
todo Ocidente da Península, correspondendo aos territórios da Galiza e de
Portugal, Cronologicamente limitado entre os séculos XII e XIV, coincidindo o
com o período da Reconquista. Na entrada do século XIV, percebe-se maior
influência dos falares do sul, notadamente na região de Lisboa; aumentando
assim as diferenças entre o galego e o português.
O galego apareceu durante o século XII e XV,
aparecendo tanto em documentos oficiais da região de Galiza como em obras
poéticas. Apartir do século XVI, com o domínio de Castela, introduz-se o
castelhano como língua oficial, e o galego tem sua importância relegada a plano
secundário.
Já o português, desde a consolidação da autonomia
política e, mais tarde, com a dilatação do império luso, consagra-se como
língua oficial. Da evolução da língua portuguesa destaca-se alguns períodos:
fase proto-histórica, do Português arcaico e do Português moderno.
FASES HISTÓRICAS DO PORTUGUÊS
· Fase proto-histórica
Anterior
ao século XII, com textos escritos em latim bárbaro (modalidade do latim usado
apenas em documentos e por isso também chamado de latim tabaliônico ou dos
tabeliões).
·
Fase do português arcáico
Do
século XII ao século XVI, corresponde dois períodos:
a)
Do
século XII ao século XIV, com textos em galego-português;
b)
Do
século XIV ao século XVI, com a separação do galego e o portugu6es.
·
Fase do português moderno
A partir do século XVI, quando a
língua portuguesa se uniformiza e adquiri as características do português
atual. A rica literatura renascente portuguesa, produzida por Camões, teve
papel fundamental nesse processo. As primeiras gramáticas e dicionários da
língua portuguesa também surgiram do século XVI.
GEOGRAFIA DA LÍNGUA PORTUGUESA
O atual quadro das regiões de língua
portuguesa se deve às expansões territorial lusitana ocorrida no século XV a
XVI. Assim que o língua portuguesa partiu do ocidente lusitano, entrou por
todos os continentes: América (com o Brasil), África (Guiné-Bissau, Cabo Verde,
Angola, Moçambique, República Democrática de São Tomé e Príncipe), Ásia (Macau,
Goa, Damão, Diu), e Oceania (Timor), além das ilhas atlânticas próximas da
costa africana ( Açores e Madeira), que fazem parte do estado português.
Em alguns países o português é a
língua oficial (República Democrática de São Tomé e Príncipe, o Brasil, Angola,
Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde), e apesar de incorporações de vocábulos
nativos de modificações de pronúncia, mantêm uma unidade com o português de
Portugal.
Em outros locais, surgiram dialetos
originários do português. E também regiões em que essa língua é falada apenas
por uma pequena parte da população, como em Hong Kong e Sri Lanka.
Bibliografia:
NICOLA,
José de, Língua, Literatura e Redação, 6ª ed., Editora Scipione, 1994
TERSARIOL,
Alpheu, Biblioteca da língua portuguesa, 14ª ed., Editorial - Irradiação S.A. - São Paulo, 1970
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Era a terceira vez
que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um
substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas
preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino singular: era ainda
novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um
pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de
linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou
dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem
perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O
artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o
substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo
depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se
movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do
substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu
aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma
fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e
um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo quando
ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte
adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos
diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela
tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram,
numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os
dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não
perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu póstrofo. É claro que
ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às
vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz
passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele
foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com
todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de
primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva,
ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele
hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar
do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos
nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e
exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor,
subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio
na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma
metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu
adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo:
era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa
maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.
Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao
seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições
eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do
substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O
substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois
dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história:
agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao
seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino
colocado em conjunção coordenativa conclusiva."
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
domingo, 2 de novembro de 2014
Antes de Partir (filme)
Você só vive uma vez, portanto, porque não viver com estilo?
Essa é a conclusão que chegam dois pacientes portadores de câncer internados em um mesmo quarto, um irritável bilionário (Jack Nicholson) e um simplório mecânico (Morgan Freeman), quando recebem as más notícias. Cada um deles monta uma lista de coisas a serem feita até o momento derradeiro, e juntos saem mundo afora para viver a maior aventura de suas vidas. Salto de pará-quedas? Perfeito. Pilotar um Mustang Shelby em alta velocidade? Feito. Admirar a grande...
O Reino Proibido (filme)
- Tem que provar do amargo antes do doce. Crie raízes.
- Aprenda a forma, mas busque o que não tem forma.
- Ouça o que não tem som.
- Aprenda tudo e, então, esqueça tudo.
- Aprenda o caminho e, então, encontre o seu próprio.
- Nada é mais mole do que a água.
- No entanto, ela pode dominar uma rocha. Ela não luta.
- Ela flui ao redor do seu adversário.
- Sem forma, sem nome... o verdadeiro mestre reside no seu interior.
- Apenas você pode libertá-lo.
- A vingança acaba sempre recaindo sobre si mesma.
Algumas palavras do nosso vocabulário
=> EXTRAOFICIAL <=
=> ESTRATÉGIA <=
=> INSPIRAÇÃO <=
=> PAN-AMERICANO <=
=> CANSAÇO <=
=> CONTRARREGRA <=
=> REAVER <=
=> HOLOFOTE <=
=> SIAMÊS <=
=> ADMISSÃO <=
=> ATRASADO <=
=> COMPREENSÃO <=
=> REGRESSÃO <=
=> CARANGUEJO <=
=> CONTESTAÇÃO <=
=> FREGUÊS <=
=> PROGRESSIVO <=
=> TIGELA <=
=> DISTORÇÃO <=
=> MAJESTADE <=
=> FUSÍVEL <=
=> PISCINA <=
=> ASSEMBLEIA <=
=> CORAGEM <=
=> CURIOSIDADE <=
LER É DEMAIS!!! LEIA SEMPRE!!!
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Oiiiiiii.............
Eu não me importo se você lamber janelas,
Jogar pedra em avião, ou querer bater prego com a testa,
às vezes eu também cometo umas loucuras...
Mas lembre-se, todos os sessenta segundos que você gasta irritado,
|
perturbado ou louco, é um minuto de felicidade que nunca mais vai voltar!!!
Pare, liberte-se das energias negativas, escute uma boa música e dance!
|
ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir,
por mais estranho/pequeno que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos todos os dias,
mas enquanto estamos aqui, devemos procurar dançar sempre que der...
Se formos esperar somente aqueles momentos mágicos, grandiosos e super raros, desperdiçaremos a capacidade de nos alegrarmos com as pequenas coisas do dia-a-dia, a felicidade parecerá algo distante e raro.
Agora se quiser, faça como eu.... Encaminhe a todos os amigos "louco de felizes" que você tem.
Eles vão gostar de ser lembrados!!! Afinal, quem não é um pouquinho louco? hehehe
Créditos do texto e imagens... alguém tinha me enviado por e-mail.
NOSTALGIA
Vamos matar a saudade?
É só clicar e lembrar!
Clique nos links abaixo, Show!
VAMOS MATAR A SAUDADE?
Sabia que nostalgia faz bem?
Cine Dasantigas - Construção da Ponte Hercílio Luz
Cine Dasantigas - Moacyr Franco (o início)
Cine Dasantigas - O sucesso da Mola
Cine Dasantigas - O sucesso da banda Dasantigas
Cine Dasantigas - A Praça da Alegria
Cine Dasantigas - A construção de Brasília
Cine Dasantigas - Os Trapalhões (o início)
Cine Dasantigas - Lançamento do Ford Corcel
Cine Dasantigas - Hebe e Golias
Cine Dasantigas - Invasão na TV Cultura
Cine Dasantigas - Topo Gigio... pra caminha!
Cine Dasantigas - Vera Fischer - Miss Universo 1969
Cine Dasantigas - Ronnie Von - Golden Boys - Os Vips
Cine Dasantigas - Pedro Bó
Cine Dasantigas - Convite show no LIC
Cine Dasantigas - Flávio Cavalcanti e seu júri
Cine Dasantigas - Encontro histórico de cantoras - anos 80
Cine Dasantigas - A 1a. transmissão a cores na TV
Cine Dasantigas - The Waltons
Cine Dasantigas - Creedence (o início)
Cine Dasantigas - BJ Thomas (o início)
Cine Dasantigas - The Mamas & The Papas (o início)
Cine Dasantigas - Abba (o início)
Cine Dasantigas - Bee Gees (o início)
Cine Dasantigas - The Carpenters (o início)
Cine Dasantigas - Sabão OMO na época do tanque
Cine Dasantigas - Pares românticos do passado
Cine Dasantigas - O Direito de Nascer e as novelas
Cine Dasantigas - Beto Rockfeller - 1968
Cine Dasantigas - Filmes que marcaram
Cine Dasantigas - O início de Roberto Carlos
Cine Dasantigas - Erasmo e Wanderléia
Cine Dasantigas - Tarzan e Jane (picantes para a época)
Cine Dasantigas - Chico City e Rolando Lero
Cine Dasantigas - Uri Geller nos anos 70
Cine Dasantigas - Wanderley Cardoso O Príncipe
Cine Dasantigas - Os Novos Baianos (o início)
Cine Dasantigas - 1a. Propaganda da Coca Cola Média
Cine Dasantigas - Propagandas antigas
Cine Dasantigas - Festivais da canção
Cine Dasantigas - Propaganda do FordGalaxie
Cine Dasantigas - Novelas que marcaram
Cine Dasantigas - O Bem Amado
Cine Dasantigas - Primo Pobre e Primo Rico
Cine Dasantigas - O Homem de Virgínia
Cine Dasantigas - Faça humor não faça guerra
Cine Dasantigas - Sílvio Santos defende Roberto Carlos
Cine Dasantigas - Sanduiche iche
Cine Dasantigas - Propaganda da Gelol - homenagem aos pais
Cine Dasantigas - Clipe da Banda Dasantigas de Floripa
Cine Dasantigas - O Beijoqueiro ataca Frank Sinatra
Cine Dasantigas - O tempo passa
Cine Dasantigas - Canal 100 - Garrincha
Créditos do texto e links... alguém tinha me enviado por e-mail.
Assinar:
Postagens (Atom)
Outras Páginas
- ------------2016------------
- IDEAL OU APENAS IDEIAS
- Igreja de São Francisco - Salvador/Bahia - Brasil
- Mudança
- Arrependimento...
- O Avestruz
- Casamento HAHAHA
- Hortifruti em Tel Aviv - Israel
- Não sei quantas almas tenho
- THE BEST OF JOÃOZINHO... kkkkkkk
- Resumo da História de Beethoven
- Sites diversos
- Desenhos para colorir



















.jpg)








.gif)
.gif)
.gif)
.gif)
.jpg)
.gif)